Vão ler Freud...
Expressões. Sentimentos. Magia. Encantamento. Paixão. humor. Enlevo. Vergonha. Desabafo. Sem Edição. Por impulso? Quase isso. Com vontade. Sem restrição. Rascunhos. Rabiscos. Idéias!
terça-feira, fevereiro 07, 2012
The New Black
Vão ler Freud...
domingo, fevereiro 05, 2012
On the road
sábado, setembro 10, 2011
quarta-feira, junho 15, 2011
sábado, junho 11, 2011
Shopenhauer e amor
Mas como um filósofo de vida amorosa tão desastrosa poderia ter algo a nos dizer sobre o amor? Pra começar ele dizia que o amor não é um assunto banal, que não devemos vê-lo como distração de assuntos mais sérios ou adultos (o amor é importante, PORRA hahaha). Não é por acaso que se trata de um sentimento tão avassalador , capaz e tomar conta da nossa vida e de todos os momentos do nosso dia. Shopenhauer diz que não devemos nos culpar tanto pelo estado de desespero e obsessão em que entramos se o amor fracassa. Ficar surpreso com a dor da rejeição é ignorar o quanto de entrega a aceitação exigiria (Essa parte eu escrevi e grifei). "Nada na vida é mais importante que o amor porque o que está em jogo é a sobrevivência da espécie"
sexta-feira, junho 10, 2011
quinta-feira, junho 09, 2011
Life is art.
What you do. How you dress.
The way you love someone. The way you talk.
Your smile and your personality.
What you believe i and all your dreams.
The way you drink. Your tea.
How you decorate your home. Or party.
Your grocery list. The food you make.
How your writting looks. And the way you feel.
Life is art!
domingo, junho 05, 2011
VISCA BARCELONA
Eu compreendo que nenhuma cidade pode ser comparada à outra, Barcelona encabeça a regra. Capital da Catalunha – uma comunidade autônoma – Barna é a que menos se sente e, logo, se expressa espanhola. Não só pelo idioma, mas por serem altamente “nacionalistas”, separatistas.
quinta-feira, maio 26, 2011
Mistifório: A Carta da Saudade Escolhida
quarta-feira, março 16, 2011
Rita Apoena e Eu.
"— E você, por que desvia o olhar?
(Porque eu tenho medo de altura. Tenho medo de cair para dentro de você. Há nos seus olhos castanhos certos desenhos que me lembram montanhas, cordilheiras vistas do alto, em miniatura. Então, eu desvio os meus olhos para amarrá-los em qualquer pedra no chão e me salvar do amor. Mas, hoje, não encontraram pedra. Encontraram flor. E eu me agarrei às pétalas o mais que pude, sem sequer perceber que estava plantada num desses abismos, dentro dos seus olhos.)
— Ah. Porque eu sou tímida"
segunda-feira, março 07, 2011
Passou o aniversário. Chegaram as sugestões pros presentes não ganhados
Amor. Girassóis. Céu azul. Cheiro de chuva. Declarações pela madrugada silenciosa. Sinceridade. Gargalhos de bebê. Um barquinho de papel. Um papagaio entre o céu e as nuvens. O sabor do mar. A música por trás dos ruídos. Bolinhas de sabão. O som das gotas no chão. Um sorriso tímido. Os olhos com cores de esperança. Confiança a olhos vendados. Um coração encostado no outro. Um ou dois "pra sempres". Um livro de poesia. Dormir agarradinho. Viagem de fim de semana. Ler na rede da varanda. Uma sopinha bem quentinha. Um par de meias de bolinhas. Um ou dois cata-ventos. Felicidade clandestina. Uma palavra inventada.
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
Sinceridades.
- Tu és bonita, mas tua irmã é mais.
- Não obrigada, não é nem pelo fato de estar satisfeita. É que a torta de batata não está com um gosto muito bom.
- Não quero alguém do teu tipo namorando a minha filha.
- Se quiseres ficar, pode ficar, mas saiba que ninguém aqui vai com a tua cara.
- Ahhh, sim! Eu li o teu livro. Mas não gostei muito e nunca me daria ao trabalho de reler.
- Dá pra falares um pouco mais de longe. É que o teu hálito não está nada bom.
- Tu sabes que não te amo, não te quero, portanto pare de me torrar a paciência e saia do meu pé!
- Tu estás gorda, tu sabes. Admita!
- Eu adoraria que tu não viesses mais aqui.
- Tu sabes que esta não foi a primeira vez e nem será a última. Teu filho usa esse tipo de coisa desde o colégio.
- Se quiser esquecer o número do meu telefone, eu agradeço.
- Dá pra parar de falar? Só sai bobagem, é impressionante.
- Não quero inventar desculpas, mas é que não estou a fim de você.
- Seria mais fácil me falar o que queres e não chegar aqui com essas desculpas pra chamar a atenção.
- Será que não consegues entender que este teu discurso está ultrapassado?
- Cala essa boca e me beija!
(…)
terça-feira, fevereiro 15, 2011
Be yourself. Everyone else is already taken.
Existe aquela que é intrínseca ao "ser" e que, enquanto não descoberta e aceita, provoca muita confusão e vazio; gera inclusive a outra, a má solidão.
Esta segunda é justamente o medo de estar sozinho, o medo de se encarar, enfrentar, descobrir. É o estar se preenchendo de qualquer coisa só para não sentir-se a si próprio.
A primeira é fortaleza e maturidade; a segunda é abandono.
sábado, fevereiro 12, 2011
L'amour???
Nada nelhor para a saúde do que um amor correspondido. (Vinicius de Moraes)
Falais baixo se falais de amor. (Shakespeare)
Amor é a asa veloz que Deus deu à alma para que ela voe até o céu. (Michelangelo Buonarroti)
Ninguém vale nada enquanto não foi amado. (Tennessee Williams)
Quando fala o amor, a voz de todos os deuses deixa o céu embriagado de harmonia. (William Shakespeare)
No fundo de cada alma há tesouros escondidos que somente o amor permite descobrir. (E. Rod)
A expectativa me faz sentir vertingens. (Shakespeare)
Fica-se muito louco quando apaixonado. (Sigmund Freud)
Amor é privilégio dos Maduros. (Drummond de Andrade)
O verdadeiro amor nunca divide:uma lealdade. Dois corações num leito, sem maldade (Shakespeare)
O amor é a poesia dos sentidos. Ou é sublime, ou não existe. Quando existe, existe para todo o sempre e aumenta cada vez mais. (Balzac)
Pelo olhar entender é o segredo do amor. (Shakespeare)
O amor é a força mais sutil do mundo. (Mahatma Gandhi)
Amar é mudar a alma de casa (Mario Quintana)
Porque onde tu te encontras, o universo todo está. (Shakespeare)
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do espaço é uma alegria para mim compartilhar uma época e um planeta com você. (Carl Sagan)
O amor é fumaça formada pelos vapores dos suspiros. (Shakespeare)
É o amor, que mexe com a minha cabeça e me deixa assim. (Zezé di Camargo - hahaha piada, claro :))
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
Vejo beleza em tudo o que é lugar

"A novidade é o único critério de toda a obra. Se não se acredita ter visto qualquer coisa nova, ou ter qualquer coisa nova a dizer, porque se escreveria, pintaria, teria uma câmera na mão? O novo é sempre o inesperado, mas também se torna eterno e necessário."
Gilles Deleuze
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
É quase delicado. E também absolutamente sutil.
Eu escrevo pra mim e pro mundo, mas, na verdade, essas palavras têm direção e destino.
Porque no final das contas, todas as conversações, todas as palavras e todos os fragmentos - no discurso amoroso - consistem em dizer alguma coisa para alguém.
Atenas e a solidão escolhida.
Viajar sozinha é isso pra mim, um vício. Além de partir para o desconhecido, como Sabina tinha tanto amor como eu, é uma busca incessante de ti mesma.
Andar em pleno outono e no meio de uma chuva tórrida por jardins nacionais em Atenas. Um deserto humano e um mundo de natureza. Ao mesmo tempo solidão escolhida, ainda bem, e a melhor companhia de todas. Tu mesma!
O delicioso encontro comigo mesma veio com toda a força num inverno rígido, cinza e chuvoso. E, depois de se trancar na toca de si mesma, veio a primavera que me ensinou a renascer como suas flores. Nunca ninguém disse que seria fácil, mas eu percebi o que valeria a pena.
Mas o necessário cultivo de tomar uma xícara de chá de si mesmo por dia faz bem à saúde e te faz enxergar um pouquinho mais do mundo que carregas dentro de ti.
Não te deixa esquecer, te reconheces em cada partezinha degustada.
Sair da rotina louca, da roda viva e deixar entrar no mais camuflado em ti. Seja em pensamentos ou até vozes, quando, sem querer, exteriorizas alguma ideia. Falas sozinho de tão acompanhado que te sentes contigo.
domingo, fevereiro 06, 2011
Que cara é essa, amor?
Cara de grega, etrusca, asteca, bizantina,
Cara de quem já viveu tanta coisa e aprendeu quase nada,
Cara de apaixonada, assustada, desafinada, emaranhada, despenteada,
Cara de quem mergulha todo dia no desejo, no sentimento, na felicidade,
Cara de quem encara a rotina e tira prazer dela,
Cara de quem olha pra cima e se desprende ao vento,
fiel à queda, rápida e branda.
Cara de quem está longe, na eternidade da água,
sobrevivendo teu movimento…
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
Cortázar
"Es increíble que hace doce años
cumplí cincuenta, nada menos.
¿Cómo podía ser tan viejo
hace doce años?
...
Ya pronto serán trece desde el día
en que cumplí cincuenta. No parece
posible. El cielo es más y más azul,
y vos más y más linda.
¿No son acaso pruebas
de que algo anda estropeado en los
relojes?"
domingo, janeiro 30, 2011
Meu Hai Kai.
Eu tive um professor assim, o Rodrigo.
Há alguns dias, retomei o contato com ele graças às redes sociais e um elogio citando um poeta é mais elogio. A poesia vive em minha vida e o lirismo me protege. Protège-moi.
"Pablo Neruda deve ter escrito algum poema para a tua imensurável beleza, Mayra".
Dormi feliz. E hoje, aniversário do Rodrigo, quem ganhou o presente fui eu. Ele me escreveu um Hai kai:
"És a mais formosa, posso e vou te escrever um poema! Deixo-te um haicai de presente:
Hai Kai de Mayra
Fuga entorpecida,
... com beleza incalculável
de pureza e sal
(Rodrigo B.)"
Posso sorrir todo o dia.
Jantando em companhia. Própria.
sexta-feira, janeiro 28, 2011
E num 1º de novembro de 2010.
Mesmice e falta de mudanças foram coisas de que não pude reclamar nesse ano. Cambios. Changements. Saindo lá. Chegando pra cá!
E muda. Muda de cidade, de país. De status. Muda de casa. Muda de emprego. É um casa, separa. Muda de casa pela última vez. Mas muito, o que muda muito, é dentro.
1º de novembro e acabei de pisar na casa nova. Nunca imaginei um ano assim. Aliás, imaginei tudo, menos isso. Sem reclamações, por favor. Ao revés, estou adorando.
É novo, é nova fase. Busca. Entendimento. Conhecimento. Autoconhecimento.
Eu cresci? Com o mesmo jeito de moleca e cara de sapeca, eu cresci.
Cada vez mais me reconheço em mim. Mais Mayra, cada vez mais Mayra. Sinto a energia voltar, sinto o sangue correr. Sinto aquela felicidade clandestina me inundar de novo. Clandestina? Sim! Só eu sei o sentimento que ela me traz. Uma gargalhada rosa interna; muito amor em me ser.
sábado, dezembro 18, 2010
Como viver num mundo de parcerias frouxas e eminentemente revogáveis
A tese de Bauman é que vivemos em um mundo líquido, que detesta tudo o que é sólido e durável, tudo que não se ajusta ao uso instantâneo nem permite que se ponha fim ao esforço. O amor, nesse mundo líquido, é amor líquido. A tirania do mercado explica em parte esta característica rarefeita de tudo. Estamos na era do homo consumens. O que caracteriza o consumismo não é acumular bens (quem o faz deve também estar preparado para suportar malas pesadas e casas atulhadas), mas usá-los e descartá-los em seguida a fim de abrir espaço para outros bens e usos.
É preciso deixar claro que Bauman não se propõe a indicar ao leitor fórmulas de como obter sucesso nas conquistas amorosas, nem como mantê-las atraentes ao longo do tempo, muito menos como preservá-las dos possíveis, e às vezes inevitáveis, desgastes no decorrer da vida a dois. Não há como assegurar conforto num encontro de amor, nem garantias de invulnerabilidade diante das apostas perdidas, nunca houve. Quem vende propostas de baixo risco são comerciantes de mercadorias falsificadas.
Estar excluído da sociedade de consumo equivale a ser um fracassado, um incompetente. Um consumidor falho fica se utilizando dos mesmos bens, e a utilização repetida o priva da possibilidade de sensações novas e inéditas. Isso os leva ao tédio e à frustração. Ser bem sucedido é conviver com novidades, variedades, e rotatividade.
Daí surge a cultura do aluguel e do descartável (e por isso mesmo mais barato). Nesta sociedade líquida, você não compra, aluga. Comprar implica posse e permanência. Alugar implica rotatividade sem ônus. O descartável pode ser facilmente substituído sem muito prejuízo: vale a relação custo benefício, ou tempo de benefício. No mercado, tudo está ao alcance do cartão de crédito, e a distância entre o desejo e sua satisfação está cada vez mais curta. E, portanto, o descarte cada vez mais rápido. A experiência sexual e relacional segue o mesmo padrão e raciocínio. Seu parceiro pode abandonar você a qualquer momento, sem o seu consentimento.
Anthonny Giddens, outro célebre analista da chamada pós-modernidade, fala dos "relacionamentos puros", onde as relações permanecem enquanto satisfazem as partes. São relacionamentos nos quais se entra apenas pelo que cada um pode ganhar e se permanece apenas enquanto ambas as partes imaginem que estão proporcionando a cada uma satisfações suficientes para permanecerem nas relações. Viver juntos é "por causa de" e não "a fim de". Enquanto há razões a parceria permanece. Os parceiros já não se enxergam como construtores de si mesmos, um do outro e da própria parceria.
Parcerias frouxas e eminentemente revogáveis substituíram o modelo da união pessoal "até que a morte nos separe". Bauman chama isso de "relacionamentos de bolso", que compara com vitamina C: em grandes doses podem causar náuseas e prejudicar a saúde. Por esta razão, a "sociedade líquida" prefere os relacionamentos diluídos, para que possam ser aproveitados. Os compromissos intensos e de longo prazo são uma armadilha a ser evitada. O compromisso fecha a porta para novas possibilidades (quem sabe, até melhores). Mantenha sempre sua porta aberta, dizem os "especialistas".
Viver juntos foi substituído por ficar juntos. A convivência foi substituída pelos encontros episódicos. O casamento foi substituído pela sucessão de romances com sexo. O divórcio foi substituído pelos CSS - casais semi separados. As amizades foram substituídas pelas salas de chat e as redes, onde se pode conectar e desconectar sem qualquer compromisso, promovendo relações fantasiosas ou profundas protegidas pelo anonimato. Ralph Waldo Emerson acertou ao afirmar que "quando se é traído pela qualidade, tende-se a buscar desforra na quantidade".
Na compulsão de tentar novamente, e obcecado em evitar que a atual experiência sabote a futura, ou sempre em expectativa de que o melhor está por vir e que há sempre algo melhor pelo que esperar, as pessoas acabam desaprendendo o amor, tornam-se incapazes de amar. A sensação de que se pode ser abandonado, substituído a qualquer momento impede a entrega total, e porque não se entrega totalmente, o amante parcial vive com a constante sensação de que está vivendo um equívoco, ou que está esquecendo algo, ou deixando de experimentar alguma coisa. Isso faz com que o amante parcial viva carregado de ansiedade. E, pior do que isso, está condenado a permanecer para sempre incompleto e irrealizado. Bauman diz a respeito que estão "numa viagem nunca termina, o itinerário é recomposto em cada estação, e o destino final é sempre desconhecido".
segunda-feira, novembro 15, 2010
quinta-feira, novembro 11, 2010
Tá falando grego? Parte I
A história de vir logo pra Grécia, antes do verão do ano que vem, junto com as ilhas gregas foi mais pelo preço da passagem da vueling que por outra coisa. Eu estava mais para o lado de Budapeste, Marrakech ou Istambul.
Mas é óbvio que desde o início tudo já me seduziu. Tudo bem! Atenas significa o início de uma civilização, as cidades-estado estudadas no colégio, a mitologia grega, os filósofos adorados, as esculturas exaltando a beleza em todos os pontos, os deuses, o legado, a arte, os mais de 3000 anos A.C quando se tem evidencia dos primeiros assentamentos perto da Acrópolis, entre muitas outras coisas e, claro, o que sempre me vem à cabeça: onde nasceu a democracia quando Sólon promulga sua primeira constituição e estabelece o conselho dos 400.
Como não amar a ideia de chegar aqui? Na hora!
É isso: uma confusão de informação e conhecimento! Atenas é, ao mesmo tempo, uma remetedura ao passado antes de Cristo até os escândalos políticos ou ainda a avassaladora crise depois de Cristo que foi mesmo 2009/2010.
Confissão antes de começar a escrever: Trabalho para os hotéis Starwood e tenho o direito a uma tarifa MAIS QUE ESPECIAL em todos os hotéis da rede, upon availability. O melhor hotel de Atenas faz parte da nossa rede, um hotel 5 estrelas super bem localizado, com os melhores serviços e toda uma chiqueza que não estou acostumada! Tratamento totalmente VIP. OH, God! E eu vim sozinha! hahaha!
Cheguei no hotel e logo sair pra ver a cidade se mexer. Levei um mapa que não me serviu pra muita coisa. Me perdi inúmeras vezes (menos que em Veneza), mas não vi nenhum problema nisso. Já estava escuro, de noite e de vários pontos da cidade se vê a Acrópolis iluminada. Andei por várias ruas e fiquei impressionada com a quantidade de restaurantes. Um do lado do outro, cheios de gente. E não em uma rua só, em várias. Lindo! Mas eu buscava algo menos turístico, queria alguma "taberna" grega bem particular e com atenienses, e não turistas. Encontrei franceses que vem várias vezes por ano há 35 anos e me disseram que encontrei um óptimo lugar, de boa qualidade e não turístico. Do jeito que eu queria! E eu ainda disse: "Je me suis perdue plusieurs fios aujourd'hui… ça a été genial, mais, j'étais déjà fatigue!" e a senhora: "C'est comme ça qu'on découvre la ville". Oui, je sais bien ;) (Eu me perdi diversas vezes hoje! Foi genial, mais eu ja estava cansada" - Mas é dessa maneira que descobrimos a cidade!
E é isso mesmo. Perdendo nos encontramos. E isso eu aprendi em Veneza e nas maravilhas que encontrei em cada esquina no meio das minhas perdidas!
A realidade é que essas minhas primeiras horas na Grécia me fizeram pensar absurdamente em filosofia, historia e mitologia, mas num dos deuses em especial nessa taberna: Dionisio! Traz o vinho!!!
terça-feira, outubro 26, 2010
Resposta a um e-mail sujo
"Gostaria apenas de responder ao sujeito que enviou este e-mail difamatório, preconceituoso e mentiroso em relação à candidata Dilma Roussef.
As pessoas como você, meu caro, obscurantistas e oportunistas, que agem nas sombras por meio da calúnia e da pregação do medo, felizmente não têm vez no Brasil que está se construindo com a força de centenas de milhões de trabalhadores e trabalhadoras. É um Brasil que você e as elites fingem não ver, porque sentem falta do país atrasado, atrelado e subalterno a interesses das grandes potências estrangeiras, no qual mandaram por séculos.
Sentem falta do Brasil de oito, dez anos atrás: faminto, desempregado, de joelhos e alquebrado, sem auto-estima.
Mas o povo brasileiro não quer de volta essa realidade triste. O povo que lutou e hoje se sente representado no poder não quer devolvê-lo às mãos de uns poucos endinheirados – aqueles que passeiam no Ibirapuera invejando o Central Park, que vivem nos condomínios de luxo sonhando com Beverly Hills. Não! O povo pensa, meu chapa. E o povo quer Lula e o povo quer DILMA!
O que pode acontecer se DILMA ganhar?
- Pode acontecer a continuidade do crescimento econômico a taxas chinesas, a geração de mais de 2 milhões de empregos com carteira assinada por ano, o aumento do salário mínimo acima da inflação.
- Pode acontecer de mais alguns milhões de brasileiros se somarem aos 30 milhões que chegaram à classe média. Pode acontecer de conseguirmos erradicar a pobreza, levando as famílias que ainda estão nessa situação ao patamar das mais de 20 milhões que saíram da miséria no governo Lula.
- Pode acontecer de o Brasil continuar sendo aplaudido internacionalmente como o país das oportunidades, da mobilidade social.
- Pode acontecer de o pré-sal ser utilizado para os interesses do Brasil e do nosso povo e não das empresas estrangeiras, que estão "babando" no canto das bocas engorduradas com as "oportunidades" que terão se o privatista e entreguista José Serra ganhar.
- Enfim, pode acontecer de continuarmos construindo um Brasil para todos os brasileiros e brasileiras. Um Brasil cada vez melhor. Um Brasil que orgulhe a cada um e a todos nós. E isso há de acontecer, porque DILMA há de ganhar!
Obrigado. E NUNCA mais dirija esse e-mail sujo para mim.
domingo, outubro 24, 2010
O laço e o abraço
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido,
em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando….
devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nenhum pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora,
deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso…
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
Que possamos, sempre, cultivarmos laços.
Que todos os nós se transformem em eu, tu, nós.
beijos no coração.
sábado, outubro 23, 2010
quinta-feira, outubro 21, 2010
Reencontro em Veneza
quarta-feira, outubro 20, 2010
Um natural desabafo
quinta-feira, outubro 14, 2010
Rápidos diálogos
Sobrinha: Tia, e pra mim, ainda pior, é ver meus amigos, pessoas que tem todo o acervo pra informação em mãos, preferirem acreditar nas calunias. Se ainda fossem só os outros... Mas não, o veneno está mais impestado do que imaginamos!
Tia: Geralmente são pessoas que ou apenas repetem o que ouvem em cas, sem dar-se ao trabalho de pensar por si, ou então querem manter seus privilégios e preferem fazer de conta que acreditam no "mal" que quer equiparar os direitos.
Triste assisti...r e mais triste é ver a hipocrisia estampada.
Pero... no pasarán!
sábado, outubro 02, 2010
Batimentos.
quarta-feira, setembro 29, 2010
O meu maio de 68 de 2010.
O circulo repetido.
O preocupante destes jovens é todo o acervo, toda a oportunidade de informação que eles podem ter pra ter embasamento em qualquer ataque, em qualquer defesa de opinião. O acervo desperdiçado, abandonado.
Vejo, todos os dias, críticas de jovens que fizeram parte do meu círculo social no Brasil. Jovens que tiveram as mesmas oportunidades que eu. E nao digo oportunidades de ter a mesma escolha que eu, mas as mesmas oportunidades de conseguir defender uma opinião, de lutar pelos seus direitos, de enxergarem além. Eu sinto dor pelo mundo por existirem pessoas que escolhem ser ignorantes e medíocres. Pessoas egoístas que só conseguem olhar pra elas e nao querem ver um mundo melhor de verdade, dizendo defender algo que nem sabem o que é. (aliás, será que defendem mesmo? Será que dizer que é contra ou a favor de algo sem nem saber os reais motivos é defesa?).
Vejo uma cegueira, um ensaio sobre a cegueira de 2010. Vejo uma cegueira azul em jovens hipócritas e que demonstram cada vez mais não ver o valor do ser humano. Jovens que não votam em Dilma de maneira nenhuma e não percebem o crescimento do Brasil.
Um Brasil que cresce lindamente, que quebra muros, caras e obstáculos. Um Brasil que está melhor que a maioria dos países europeus. O que é isso da parte deles? Ignorância, cegueira, preconceito reacionário, burguês de assumir que um operário, que veio debaixo, foi muito mais capaz do que qualquer um deles?
Mas como perceber se eles so olham pra ele e tentam escrever algo sobre politica de 4 em 4 anos? Acho triste ver o preconceito barato dessa gente. E acho triste ver que, ainda tentando se defender, essas pessoas nao conseguem nem pontuar uma frase ou concordar um verbo.
O Lula tem mais de 95% de aceitaçao entre os eleitores brasileiros. Sendo dele ou nao. 95% é tão otimista que chega a ser até assutador. Imaginem só, até quem não vota no Lula, o admira.
Eu sinto uma dor enorme no meu peito. Eu sinto.
A Dilma é o retrato do Lula. É a cara do Lula. E a multidão é massa, massa pode ser burra, mas vota em quem faz o bem. Dilma ganha no primeiro turno. E por que será? Antes era competitivo, já hoje... Agora me digam, depois disso, quem é ignorante? A burguesia ou a classe baixa?
Lula fez voltar a classe média, quase extinta.
E hoje, 29 de setembro, acabo de voltar de uma manifestação sabe onde??? No primeiro mundo, o tao sonhado deda burguesia, da classe média e alta. E sabem o que eles manifestam?
terça-feira, setembro 28, 2010
Greve geral na Espanha
Uma greve geral de trabalhadores, consumidores e estudantes está prevista como uma das maiores ultimamente vistas por aqui. Um direito cidadão, um poder que nem todos sabem que tem.
Os espanhóis estão lutando pelos seus direitos, pelas medidas tomadas pelo trono e ministros para amenizar a crise. E não só medidas modificaram os direitos dos cidadão, mas também, contra um governo que não proporcionou o bem-estar social que outros países da Europa conseguiram. ( Mas nada se compara ao bem-estar social francês, que foi cosneguido com muita luta, pelos comunistas, diga-se de passagem).
E eu, que queria estar manifestando junto com esse povo porque agora moro nesse país e, se fosse pelo meu Brasil, estaria nas ruas esperneando pelos meus direitos.
Mas não posso. Tenho que trabalhar, de bicicleta, 6 da manha porque os transportes não vão existir. Tudo isso porque ainda estou começando no trabalho novo, estou fazendo com que eles confiem em mim e preciso mostrar força de vontade pra trabalhar nesse país que sofre uma grande crise e não tem oferecido emprego nem pros próprios espanhóis, quem dirá pros estrangeiros. E eu, brasileira, tenho um emprego lindo que não quero e nem posso perder agora.
Vou trabalhar sem uniforme porque existem os "piquets" que impedem as pessoas de trabalhar no meio da rua. Ficam a paisano por aí, como se tivessem o direito de impedir a vontade própria de cada um. Vou trabalhar tomando cuidado, todos em alerta porque eles podem atacar o hotel, os piquets, querendo fazer com que seja um dia de manifestação geral e onde nao pode haver trabalho.
O que fazer?
http://www.huelgageneral.net/
segunda-feira, setembro 27, 2010
domingo, setembro 26, 2010
quarta-feira, setembro 22, 2010
Prática
Essa é a frase seobre os textos, os escritos. Escrever. Treinar.
Chegou uma nova fase pra esse blog abandonado.
Chuva pós verão
Antes dele, dias de praia sem sol forte, desejando só mais uns "5 grausinhos" pra esquentar toda aquela frieza que, ainda vindo do inverno, inundava a primavera.
Paris me trouxe muita coisa boa, mas... Me deixou um trauma. Trauma dos invernos de 14 graus negativos, insistentes. Cinza, chuva, frio. Invernos onde entendi o quanto frio dói no osso, na cara. Invernos em que tive medo dos meus cabelos congelarem por ter saído com eles molhados pelas ruas. Invernos preguicentos, melancólicos.
Mudei de cidade, de país, de vida. Barcelona chegou e, com isso, além do cosmopolitismo, das cores; chegou também a praia e o lindo mediterrâneo. Chegou o céu azul-barcelona (cor inventada pra descrever esse céu incriticável que só quem veio aqui, conhece).
Os dias de verão foram intensos, longos e lindos. Mas o trauma do final do verão permaneceu em mim... E os ultimos dias de verão foram aproveitados como se fossem ultimos dias de vida. Bastava um solzinho aparecer que era rua, praia, bicicleta, patins, corrida. Ar livre! Os raios solares ainda fortes me faziam esquecer de mim, esquecer de algumas obrigações pra correr pra aproveitar os ultimos "calores" do ano.
E os dias foram continuamente lindos que um dia de chuva nao era pesar. Virou alivio por poder ficar na cama até mais tarde. Alívio de poder resolver as coisas pendentes sem ficar angustiada pensando: Mas o dia está tão bonito lá fora e eu aqui...
quinta-feira, agosto 19, 2010
Saudosa Belém
sábado, julho 03, 2010
Um outro Marx. Falando de amor. Lindamente.
segunda-feira, dezembro 07, 2009
Apreciaçao
A apreciaçao precisa ser compartilhada. Talvez como a felicidade que parece ser mais felicidade quando dividida, "cumplicitada".
E' necessario encontrar pessoas com o mesmo intuito, com a mesma visao de mundo. E' importante ter prazer e ver prazer nas coisas. Inclusive neste domingo cinza e chuvoso lindo depois de uma boa dose de arte.
Imaginem: Depois de um museu magnifico, chuva e cinza num petit restaurante em Saint-Germain-de-Près charmoso. Vinho rosé geladinho, gastronomia magnanima e a companhia da amiga, grande amiga, de mesmo nome.
sábado, julho 11, 2009
Sincronicidade e amor
(A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera)
segunda-feira, maio 11, 2009
E passou o inverno... Os primordiais pequenos calores da primavera chegando uivando, cheios de furia ainda fraca, querendo tomar conta dos dias. Esses calores tao antigos quanto um primeiro suspiro. Calores estes que me fazem nao poder deixar de sorrir. Mesmo sem me olhar ao espelho, sei que é um sorriso que tem a imbecilidade dos cupidos, dos anjos.
Muito antes de nascer esta "nova" estação ja havia algo anunciado...
E' impossivel!!! Impossivel que a doçura da primavera, dos ares, das cores nao traga outras! E digo com o coraçao nas maos.
Impossivel... Impossivel que esse novo ar nao traga mais amor ao mundo -- Meu coraçao repete partido todo em secura, pedaçoes de sangue duro e podre. E ele nem consegue reconhecer que isso, essa vontade, ja é um pouco de amor nascendo.
Isso TUDO, esse tudo, parece muito pra um coraçao enfraquecido que andava suportando o menos, o frio, o cinza.
quinta-feira, abril 16, 2009
Texto da dupla Mayuri.
Palpitam em mim todos os cantos, partes, pedaços (e sempre foi assim). A anatomia é maluca. Sinto, e muito, em tudo. Dentro e fora. Nas extremidades, no mais fundo. No mais Escondido e obscuro de mim.
Meus reencontros comigo mesma sao ao mesmo tempo, dolorosos e exuberantes. No inicio, é essa dor comparada a aprender alguma coisa nova, uma sensaçao de incapacidade de cumprir o objetivo. Mas depois de um tempo, sinto muito forte a felicidade clandestina de me reencontrar. Depois de processar e digerir acontecimentos, perdas, sensaçoes e situaçoes, o que me resta e quase o colapso de reflexao pra tentar evoluir.
E somente um euforico reencontro (de dentro) é comparavel à dor da saudade. Saudade é sentida fisicamente, nao é mesmo ? Eu, acho que como todos, sinto no peito (literalmente) quando alguém me faz falta. A verdadeira falta. Sinto todos os dias a dor maior no peito da saudade dos meus.
Pra mim, é muito maior do que uma dor fisica de queda, de quebrar a perna, de torcer o tornozelo jogando bola. E’ maior do que me queimar cozinhando, é maior do que ter que me depilar sozinha. E’ muito maior do que muita dor genuinamente fisica. Sentir saudade de um amor que acabou ou de uma pessoa querida que se foi é demasiado doloroso, mas tristeza mesmo é sentir falta de si mesmo.
Sentir saudade de si mesmo é nao se reconhecer. E’ estar longe de sua propria essencia. Olhar pra dentro e nao reconhecer suas proprias atitudes. E’ nao saber onde anda aquela velha e gostosa sensaçao de bem-estar consigo. De encontrar os pequenos prazeres da vida na sua propria solidao (a solidao boa, e nao a ruim. A solidao intrinseca do ser humano, que é de verdade e muito boa). E’ de ter que fugir pra fingir que se achou. Sentir saudade de si mesmo é mentir pra dentro, que é a pior mentira de todas. E la dentro, continuar se perguntando como voltar a ser feliz.
Por isso que tomar uma xicara de cha de si mesmo todos os dias é lindo e cheio de dor. E’ moderado e necessario…
Ter a percepçao de que te perdeste de ti é sofrido, mas quando te das realmente conta de que te perdeste e te angustias, é também o maior impulso para ter a consciencia de que é preciso reencontrar-se.
No’s somos os nossos maiores parceiros… E é pra toda vida.
E é por isso que vibra dentro de mim a satisfaçao de ver que posso sempre tentar, posso sempre melhorar, posso sempre me ser. Posso, pra sempre, me ter e contar comigo mesma. A cada dia de autoconhecimento, sigo mais confiante, mesmo assustada com obstaculos que vao sempre passar pelo meu caminho.
Um viva a nos mesmos !
sábado, janeiro 10, 2009
As vacas desesperadas.
Muitas delas bem confusas contradizem-se em cada colocação seguida de uma afirmação medíocre. Tentam mostrar a atitude "sou solteira e sou feliz" e, na verdade, se pegam solitárias no meio da multidão porque tudo o que mais queriam era conseguir encontrar alguém bacana pra ficar ao seu lado. Querendo mostrar ao mundo que são felizes e satisfeitas, ocultando sua carência emocional e afetiva, só conseguem nos fazer remarcar que elas estão vivendo um caminho completamente ao avesso disso. Estão sendo felizes e satisfeitas às avessas tentando ocultar a carência e o desespero sem nenhum sucesso. Elas não possuem nenhuma harmonia enquanto mulheres; nem interna e muito menos externa. Entende? Patético!
Parece que vemos hoje em dia uma disseminação de "sex and the city 2008", onde as caboquinhas insistem em querer mostrar ao mundo a independência, modernidade e liberdade que vivem, acabando por serem ridicularizadas pelos outros porque a idéia inicial poderia até ser magnânima, mas as seguidoras não conseguem dar um passo com firmeza pra lutar de acordo com a filosofia que elas fazem tanta questão de gritar ao mundo. Repugnante, no mínimo.
Na verdade, é repulsivo porque achando que estão saindo de Eu-não-to-nem-ai, as bichinhas estão pagando o papel mais ridículo da historia da mulher contemporânea. Sabe o que parece? Parece que elas não têm amigas pra dizer: Ei, para ai! Olha que papelão! Pode ir parando com isso porque tu tas sendo contraditória, desesperada e ridícula.
Ser mulher moderna e livre hoje em dia não significa ser só. Alias, o feminismo nunca foi mostrar ao mundo com quantos caras tu podes ir pra cama ou então como podes lutar contra as tuas inseguranças histéricas. Não! O feminismo e o “segundo sexo” sempre tiveram assuntos muito mais importantes a tratar. Não é sendo puta que vais provar pra alguém que és mulher. Ser mulher é muito maior que isso.
O ser humano possui uma característica que o diferencia dos outros seres que se manifesta pelo saber e pela consciência. E ser humano é saber e assumir que sentimos. Diferenciamos-nos porque sabemos que sentimos. Não adianta negar, a busca do ser humano é o amor e quando nos frustramos diante de uma relação costumamos ter reações estranhas. Fuga! O mais difícil disso tudo é aceitar reações de maternal vinda de mulheres, eu disse: mulheres (porque estamos vendo uma mulher feita ali). Olhamos o arquétipo de uma mulher e um interior pré-adolescente.
Não adianta negar, eu mesma quando eu tinha 15 anos, eu jurava que minha vida profissional ia ser suficiente e satisfatória. Bastaria-me, inclusive. Talvez eu até entenda algumas atitudes porque já fui adolescente. Mas depois de viver vinte e cinco anos, já somos adultos e maduros o suficiente pra poder afirmar, a partir de conhecimento empírico e até cognição metafísica que não existe nada que nos torne mais humanamente felizes do que o amor. Amor em suas mais variadas formas. Isso: Família, amigos, amores, vida, cores, sensações, paisagens, musica, livros, filmes e principalmente, amor-próprio.












