quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Sinceridades.



- Tu és bonita, mas tua irmã é mais.

- Não obrigada, não é nem pelo fato de estar satisfeita. É que a torta de batata não está com um gosto muito bom.

- Não quero alguém do teu tipo namorando a minha filha.

- Se quiseres ficar, pode ficar, mas saiba que ninguém aqui vai com a tua cara.

- Ahhh, sim! Eu li o teu livro. Mas não gostei muito e nunca me daria ao trabalho de reler.

- Dá pra falares um pouco mais de longe. É que o teu hálito não está nada bom. 

- Tu sabes que não te amo, não te quero, portanto pare de me torrar a paciência e saia do meu pé!

- Tu estás gorda, tu sabes. Admita!

- Eu adoraria que tu não viesses mais aqui. 

- Tu sabes que esta não foi a primeira vez e nem será a última. Teu filho usa esse tipo de coisa desde o colégio.

- Se quiser esquecer o número do meu telefone, eu agradeço.


- Dá pra parar de falar? Só sai bobagem, é impressionante.

- Não quero inventar desculpas, mas é que não estou a fim de você.

-  Seria mais fácil me falar o que queres e não chegar aqui com essas desculpas pra chamar a atenção.


- Será que não consegues entender que este teu discurso está ultrapassado?


- Cala essa boca e me beija!

(…)


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