Expressões. Sentimentos. Magia. Encantamento. Paixão. humor. Enlevo. Vergonha. Desabafo. Sem Edição. Por impulso? Quase isso. Com vontade. Sem restrição. Rascunhos. Rabiscos. Idéias!
domingo, setembro 23, 2007
sexta-feira, agosto 31, 2007
Achar que tudo pode melhorar e na verdade os outros preferem que tudo fique mesmo como está.
Venha agora, não espere o músculo, a piada, o botão, o calo, a saudade, o arrependimento, o vazio. Eu preciso sentir que você ainda sente, eu preciso que o seu coração dê um choque no meu, eu preciso saber que seu peito ainda aperta um pouco quando eu vou embora e se espalha como borboletas nas veias quando eu chego.
* porque tenho medo de me espalhar pelo mundo e nunca mais ser sua.
quarta-feira, junho 13, 2007
Primavera EM Praga - Parte II
Tudo começou com a Perestroika e a Glasnost do Gorbachov (alguém se lembra?). Logo depois da Primeira Guerra Mundial, as nações tcheca e eslovaca uniram-se em decorrência da fragmentação do Império Austro-Húngaro. Algo semelhante ao que aconteceu com a União Soviética muitos anos depois. Mais tarde, na Segunda Guerra Mundial, a Tchecoslováquia tornou-se um país comunista ao ter sido libertada do domínio nazista pelas tropas soviéticas. Nos anos 60 foi se tornando, discretamente, um país comunista mais liberal, moderado e de conotações democráticas. Conhecido movimento de conotaçoes suaves, "A Primavera de Praga" foi marcante. No final dos anos 80 , as reformas desencadeadas por Gorbatchev na União Soviética motivaram e favoreceram o movimento denominado "Revolução do Veludo", que sem qualquer violência e sem tiros promoveu profundas mudanças políticas e econômicas no país. Mais ou menos como a distensão ocorrida na Ditadura militar no Brasil na década de 70, com os movimentos “Diretas Já”, “Distensão” e “Anistia”. Em 1990 o país se tornou finalmente democrático ao eleger Václav Havel seu primeiro presidente e conduzindo o país às reformas econômicas e políticas que acabaram por separar, em 1993, a Tchecoslováquia em dois Estados: a República Tcheca e a República da Eslováquia.
Em 96 a cidade ainda tinha um forte “ranço” comunista. Mas dez anos depois vejo que o mundo que descrobriu Praga enviou uma horda de turistas, de mochileiros a abastados, de bermuda colorida e câmera no pescoço a japoneses e sul-americanos. Em comum a todos, o encantamento.
Jornalistas, articulistas e escritores costumam apelidar Praga como “Jóia rara”, um entre os jargões meio bregas que eu até compreendo o entusiasmo de quem os criou (até porque sou mais uma encantada com essa cidade), mas que detesto. Mas, se assim for, se eu tiver que inventar um, acho que Praga é muito mais que uma jóia rara, é uma caixa cheia delas! Os outros apelidos inventados pra promover a cidade são “Pérola do Oriente” (argh!) e “Paris do Leste” (que, sinceramente, a diminui). Para Goethe, era a "jóia de pedra". Eu gosto é do que disse Franz Kafka, o escritor tcheco mais famoso: "Praga não deixa a gente ir embora, esta velha tem garras". E que velha sedutora essa!
"Estar sentado num vagão de trem, esquecer disso e viver como se estivesse em casa. Mas de repente lembrar de onde se está, sentir a força do trem que nos transporta, transformar-se em viajante, tirar da mala um boné, tratar o companheiro de viagem com mais liberdade, deixar-se levar até a nossa meta sem esforço, sentir isso tudo como uma criança, tornar-se o favorito das mulheres, sentir-se incessantemente atraído pela janela, colocar ao menos uma das mãos no peitoril. A mesma situação, mais precisamente delineada: esquecer que se esqueceu, transformar-se num instante em uma criança que viaja sozinha num trem expresso, e em redor de quem o vagão, fremente de impaciência, se materializa em pormenores fascinantes, como se surgisse das mãos de um mágico." ( FRANZ KAFKA Diários de Viagem, 31/07/1917 ).
quarta-feira, junho 06, 2007
Primavera EM Praga - Parte I
domingo, fevereiro 04, 2007
terça-feira, setembro 19, 2006

Se tu falas muitas palavras sutis
E gostas de senhas, sussurros, ardis
Se vives nas sombras, freqüentas porões
Se tramas assaltos ou revoluções
Se eu só lhe fizesse o bem
Talvez fosse um vício a mais
Você me teria desprezo por fim
Porém não fui tão imprudente
E agora não há francamente
Motivo pra você me injuriar assim
Dinheiro não lhe emprestei
Favores nunca lhe fiz
Não alimentei o seu gênio ruim
Você nada está me devendo
Por isso, meu bem, não entendo
Porque anda agora falando de mim
quarta-feira, agosto 02, 2006
Jogos de amor??? An???
terça-feira, julho 25, 2006
Chico. Sempre. Nos momentos de fúria, tristeza ou felicidade suprema.
Já lhe dei meu corpo. Minha alegria.
Já estanquei meu sangue quando fervia.
Olha a voz que me resta.
Olha a veia que salta.
Olha a gota de falta.
O desfecho da festa, por favor...
Deixe em paz meu coração. Que ele é um pote até aqui de mágoa.
E qualquer desatenção. Faça não. Pode ser a gota D'água.
Pode ser a gota D'água. Pode ser a gota D'água.
quarta-feira, julho 12, 2006
Na pobreza e na riqueza. Nas conversas chatas e nas declarações de amor.
Pra sempre não, po. Mas que persista. Às vezes cansa ser assim.
Não acredito em destino, muito menos em alma gêmea. Eu acredito sim nos encontros.
Só desejar não realiza o que queremos,
quando se descobre que fantasias não aquecem,
não confortam nem alimentam.
segunda-feira, julho 10, 2006
Na medida que a gente vai crescendo a gente tem uma forte tendência de confundir ser forte com não chorar.
A gente passa a interpretar que ser forte é não reclamar, não agir, não desejar, não se colocar e, de repente, a gente se surpreende não vivendo.
Porque reclamar é chorar, agir é chorar, escolher é chorar, decidir é chorar, se colocar é chorar e chorar é o sinal de que estamos vivos e vivendo.
De preferência devemos chorar e espernear.
Eu preciso chorar. Meu peito continua apertado. Choro sem lágrimas. Queria chorar e soluçar agora. Mas não consigo.
Chora, Mayra. Chora! Chorar fortalece porque alivia. Atenua a dor, o cansaço, a mortificação. Conforta. E é isso que eu preciso. De consolo talvez. Porque nada que está ao meu alcance pode fazer mudar o rumo das coisas. Só se for dentro de mim. Aí eu me garanto.
quarta-feira, junho 28, 2006
Desabafo de uma moradora doquense.
Na minha singela opinião, vir “passar o tempo” na doca é caboquice. Cafona!!! Breeeeeeeeeeega!!! O que leva pessoas a virem cheirar vala? Encostam-se ao valão da mangueirosa a mercê de serem atacados por baratas (já mencionei meu ódio em relação às baratas, não é?), ratos ou qualquer inseto/animal que viva na sujeira e no fedor. Não sei como não existem porcos saltitantes aqui na grande vala.
Não consigo assimilar tamanho absurdo. Assim como não consigo entender o gosto musical destes mesmos freqüentadores assíduos doquenses. Entendo muito menos a necessidade de tantas caixas de som num único veículo automotor. Sempre afirmei que a qualidade musical é inversamente proporcional a quantidade de caixas de som de um carro. Com o passar dos anos só consigo ratificar o que havia dito.
A minha indignação aumenta ainda mais pelo SIMPLES fato deu morar no primeiro andar do primeiro “bloco” doquês! Pra piorar tudo o meu quarto é o da frente, isto é, a janela do meu quarto tem como paisagem essa belezura sonora (Isto mesmo. A porra da "paisagem" é a música escrota!!!). Minha cama treme! Não existem tampões de ouvido capazes de me confortar. Não há possibilidade de ler nenhum livro, muito menos de ouvir nenhum filme.
Agora ando tendo que suportar esses maldiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiitos em todos os jogos da seleção. Haja paciência! “E o nosso amor se transformoooo--- oooo--- uô” é pouco, rapaz! “Um dererê ê ê, undá raá ráaaa”. Se o Brasil ainda estivesse dando um show de bola eu me conformaria um pouco. Mas só um pouco. Mas esse Parreira não faz nem esse favor. Imbecilzão e teimoso!
Por que essa galera esperta não se muda, pelo menos pro último bloco doquense? Lá não existem tantas residências!!! Doido, uma trégua! Se locomovam. Sumam daqui. Não é possível que em plena terça-feira, meio-dia exista tanta alegria pra comemorar em pleno sol quente e breante desta cidade próxima à linha do equador. (reduntante e repetitiva)
Ai, chega! Não consigo me concentrar nem pra escrever! Ó irritação. Banho gelado pra esfriar a cabeça. Tchau, tchau, tchau. ;)
P.S.: Até melhorei depois deste desabafo. Acho que foi a esperança do tempo passar mais rápido pra eu me mudar daqui. Mas coitados dos outros moradores. Antes eles do que eu. Passa tempo. Passa.
segunda-feira, junho 19, 2006
sábado, junho 17, 2006
A felicidade é simples, e quando você descobre isso ela deixa de ser uma espera e passa a ser um minuto, um segundo. E é de minutos e segundos que se faz a vida. E aí você perde menos tempo esperando e mais tempo vivendo.
Entre o piegas e o chavão, é assim que ando por aí vivendo a vida intensamente sem esperar momentos intensos. Você já tentou? Já tentou não imaginar a sua felicidade na outra festa que você estaria se não estivesse nessa e encontrar a sua felicidade onde você está? Tente, pode ser numa música boba, pode ser num amigo que você não via há muito tempo. Pode ser morrendo de rir de uma noite que tá dando tudo errado, por que não?
quinta-feira, junho 08, 2006
Muito música

"Não acabarão com o amor - nem as rusgas - nem a distância - Está provado - verificado -
Aqui levanto solene minha estrofe de mil dedos e faço o juramento - Amo firme, fiel e verdadeiramente".
(Maiakovski)
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Foto tirada na exposição sobre Futurismo de Vanguarda da Fundação Joan Miró, autor: Aleksandr Rodxenko.
Barcelona, 2006.
segunda-feira, junho 05, 2006
Edukators
A história do filme gira em torno de três jovens revolucionários que invadem mansões enquanto os seus proprietários estão fora. Sem roubar nada, mudam os móveis de lugar e deixam mensagens do tipo “Vocês têm dinheiro demais”, com o intuito de assustar os porcos capitalistas. Mas desde o princípio podemos observar a ingenuidade dos jovens que possuem valores amorosos pequeno-burgueses até. E a gente gosta deles!!!
Até que aparece um tal desses ricaços que estava intrinsecamente ligado à história. Vários acontecimentos inesperados surgem e este tal ricaço tem que ser seqüestrado por eles, pra piorar tudo, eles descobrem que o sujeito já foi um idealista como eles na época em que era normal sonhar com revoluções. E agora?
O filme poderia ser ultramanipulador e fazer do milionário um vilão detestável e dos jovens nossos heróis românticos sem contradições. Mas não é o que acontece. Claro, a visão do ricaço me pareceu indefensável. Pra quê trabalhar tanto e acumular coisas que nem se tem tempo pra usufruir? Ele diz que é da natureza humana competir e querer juntar mais e mais. O mais legal é que um dia antes ouvi esse mesmo argumento de um amigo rico meu. Tal justificativa é das mais furadas, já que nada é natural, tudo é construído. Somos adestrados pra acreditar que o que martelam na nossa cabeça nasceu conosco. E o que é natural não pode ser combatido, uma grande falácia.
Eu realmente fiquei pensando em várias partes do filme como seria o final. Utópico ou piegas demais?O fim é um dos trunfos do roteiro por amarrar muitíssimo bem todos os temas.
“Edukators” usa a inteligência pra nos provocar enquanto brinca com nossos preconceitos, inclusive os cinematográficos. Por exemplo, tem uma hora que o ricaço some, e um dos jovens entra num quarto pra procurá-lo. Nossa imaginação nada fértil após tanta doutrinação hollywoodiana nos diz: pronto, agora o milionário nocauteia o revolucionário e foge. Nada disso. As provocações ideológicas vão mais longe ainda. Uma garota trabalha como garçonete num restaurante de luxo, onde é maltratada por uma elite asquerosa que acha que certo tipo de bebida só pode ser servida em certo tipo de taça. O filme nos surpreende, nos angustia em alguns trechos. Mas é muito diferente de qualquer filme que chegue num lugar-comum americano.
“Edukators” não se acanha em falar de dinheiro, mesmo sendo subentendido de esquerda. Assim: uma personagem bateu sem querer numa Mercedez. Ela calcula quanto vai precisar trabalhar pra saldar o prejuízo de cem mil euros. Dá oito anos. Imagina quanto tempo isso seria no Brasil, um país onde a distribuição de renda é muito mais desigual que na Alemanha. E por aí vai. “Edukators” é, no fundo, cinema de entretenimento. Mas também altamente educativo. Afinal, não é todo dia que um filme nos lembra que o coração é um órgão revolucionário.
Tim Tim.
quinta-feira, junho 01, 2006
Histórias de uma torcedora fanática (e azarenta)
terça-feira, maio 30, 2006
Frase pra ir pra COPA
Gosto de assistir qualquer jogo na tv. Amo ir pro campo. Sou remista doente de ser reconhecida se for secar o Paysandu por gente que nem conheço. E tem coisas TCHUM que só a Mayra faz por você. Mas essas coisas de campo eu conto no próximo post. Além de assistir os jogos eu AMO jogar também! Inclusive hoje eu vou jogar huhuhu \ao/ !!!
Mas falando da frase da Copa, a Sky tava com uma promoção que a criatividade contaria muito pra levar uma pessoa pra assistir os três primeiros jogos da seleção na Alemanha, com direito à acompanhante!
A pergunta era: "O que você levaria pra Copa pra dar sorte ao Brasil?"
Eu não hesitei!!!!!!! Eu levaria todos os meus ex-namorados! Não dizem por aí que sorte no jogo é azar no amor! O BRasil será hexa com certeza!
Mas nem ganhei. Pooxa. Tinha certeza que ia ficar entre os quatro e agora eles nem dizem lá quais foram as frases dos 4 que ganharam. Já pensou? Eu estaria embarcando pra Alemanha! Não consigo imaginar qual seria a emoção de assistir a copa do mundo! Mas esse time tá de salto alto! Isso me dá angústia! Tinha que entrar com mais humildade! Vocês viram o lance do Edmílson? Aquela entrada dura no treino? Isso porque eles tão lá só há seis dias e já tão nesse estresse........ tsc tsc.
segunda-feira, maio 29, 2006
Baratas
Ao contrário do rato, por exemplo, a barata corre ou voa para cima de vc sem muita cerimônia, pensando que, em vez de uma merda pequena daquelas, é um leão. Mas, ao contrário do leão, ela não ataca a gente e mata com uma ou duas mordidas, o que encerraria o caso de uma vez por todas.
Não, ela prefere matar a gente de raiva e nojo. Sim, porque - e aí vai a segunda sacanagem da barata -, quando a gente finalmente mata a corna, ela solta aquela gosma esbranquiçada e fica mexendo as antenas, como se estivesse zoando com a nossa cara.
Ou seja, a barata é uma filha da puta e fim de papo.
Essa é a MINHA música
Eu gargalhei por dentro. Não por elas. Nunca! Mas me lembrei de quando eu era criança e gritava brigando com as minhas primas dizendo que a Change Phoenix era eu! Hehehehe! Ela era a amarelinha e esquentadinha da trupe. Enquanto todas as outras meninas queriam a rosa e sensata Change Mermaid, eu já queria a diferente.
Mas voltando às músicas, é normal te identificares com uma música e tomares posse dela! Gritando pros quatro cantos do mundo que ela é tua! E não gostas quando alguém te "imita" gostando da mesma canção. Eu não chego a dizer que a música é minha. Mas eu sempre gosto de algumas bandas ou cantores meio desconhecidos e quando eles são "descobertos" eu perco um pouco o interesse. Parece estranho, mas eu sou assim. Quando começa a massificar ou tocar em todos os lugares, onde grupos fazem coros cantando sem nem entender direito o que a letra quer te passar.
E eu não sou assim só com música! Eu sou com lugares, filmes, poesia, livros!!! É uma das minhas bizarrices, mas eu gosto do diferente. O diferente sempre me fascinou. Acho que é por isso que eu tenho esse meu estilinho cheia de apetrechos, cordões mil, pulseiras, penas, brincos, tornozeleiras. Uma característica índia que nem tenho sendo descendente de inglês e português.
Ele não está a fim de você
Essas desculpas são contadas, remoídas, misturadas, analisadas por amigas, primas, mães e várias mulheres próximas que vivem por perto dos tais "sumidos". Tentando fervorosamente entender o que se passa dentro da cabecinha dos rapazes! A noite foi maravilhosa, o papo fluiu de uma maneira incrível. Vocês riram, conversaram, entraram em sintonia. Ele ligou no outro dia. Vocês marcaram um cinema pro final da semana e ploft! Ele sumiu. Não retorna as tuas chamadas e nem responde e-mail, scrap. No eme-esse-êne então ele nunca mais apareceu (bloquear, não, né?). Sumiu. Simples assim. Escafedeu-se! A resposta pra a pergunta "O que aconteceu com ele? O que foi que eu fiz?" é simples, apesar de bem cruel. Ele simplesmente não está a fim de você!!!
É, acontece sabia? Nas melhores famílias! É difícil admitir, né? Lógico. Pra quem seria fácil admitir esse tipo de rejeição? Muito mais cômodo é arrumar desculpas esfarrapadas pra tentar justificar isso mesmo. Acho que pra ninguém é muito fácil chegar e falar verdades. Assumir na frente de quem seja lá que tu estás te envolvendo (nem precisa ser envolvimento, pode ser inclusive uma noite. Um fica. Um beijo) que tu não estás a fim! Que tu não desejas te relacionar com a pessoa do jeito que ela deseja e até merece. Acontece sempre. Toda hora.
Uma pesquisa feita nos Estados Unidos comprovou a hipótese de que os homens preferem ser atropelados por um elefante do que ter que dizer pra uma mulher que não estão afim dela. Virou teoria dos americanos. É. E é a mais pura verdade, não? Não só mulheres, mas homens também! Não é fácil pra uma mulher chegar e assumir isso na cara do tchutchuco! Mas sendo covardia ou não. É mais fácil tomar um chá de sumiço. Fácil pra quem faz. Mas pra quem sofre isso é muito árduo. Aliás, haja imaginação pra ficar inventando 800 desculpas pra anestesiar a rejeição. Eu me acho muito mimada em relação a envolvimento. Não sei ouvir um não. Tô acostumada a tomar as rédeas das situações. Perder o interesse. Pegar abuso e cair fora. Sumir do mapa. Fugir. Falar a verdade também. Ser sincera e dizer que perdi o interesse. Que não quero. Não bateu, simples. O cara pode ser o mais maravilhoso do mundo. Mas acontece, po! Não bate, né? Não rola a tal química! E quando o jogo se inverte. Aaaaaai, papai. Como se sofre! Hahahaahahah! Todos os meus complexos mais camuflados são aflorados. Sabe aqueles lá do fundo? Pois é. Eu fico imaginando mil coisas. Me achando a mais feia, chata, burra e desinteressante mulher do mundo! Mas, porra! Não seria lógico parar pra pensar que simplesmente o cara pode não ter ficado a fim de mim? Acontece , po! Não é sempre o contrário? Por que o doido pode não ter ficado a fim? Normal, rapá! Só é foda colocar isso na cabeça e assumir que ele preferiu a patricinha, loirinha, arrumadinha e perfeitinha em evidência! Eheheheheheheheh
Obs: Esse texto foi inspirado numa matéria que eu li uma vez. Aí, resolvi escrever sobre isso. Por sinal. Queria ler essa matéria de novo. Não lembro onde foi.... dã!
Mude
Já diz Nelson Rodrigues.....
Pare um pouco. Pense. Reflita. Aprenda consigo mesmo.
Pare. Pense. Nem tudo é bom quando feito por impulso.
Mas pare também um pouco de ter sempre o pé no chão.
Pare um pouco de pensar só nos outros. Pense no teu bem.
Mas pare também de olhar só pro teu umbigo e olha ao lado e veja quem precisa.
Pare... Mude. A vida é sim feita de mudanças.
Porcentagem Paraense
É... Lésbica mesmo. Mas acho que isso não vai acontecer porque eu vou me mudar de Belém antes. Cara, porque é impressionante a capacidade que os homens de Belém têm em se tornarem desinteressantes.
Porra... primeiro. Eu com meus mil abusos não consigo aturar muito quem escreve errado. E com a tecnologia desse jeito a gente usa o ême-ésse-êne muito mais que telefone, inclusive. Então é cada absurdo que a gente lê! Tudo bem que coisa ou outra é completamente normal. Quem não escreve errado, né? Apesar deu achar que o tal do messenger emburrece. Tu começas a ler o tempo todo um monte de asneiras escritas erradas que tu acabas te confundindo! É bom tomar cuidado, né?
Voltando pra Belém. Então... 80% dos homens dessa cidade escrevem errado. Ou mais que isso? Os outros 20%: um é meu pai, outro é meu irmão, outros são comprometidos. Outros são gays. Outros são meus amigos. Uns não querem nada comigo. Outros eu não conheço. E alguns não deu. Sei lá... Não rolou.
E agora? Viro homo??? Não sei se conseguiria, na verdade, então como tô quase pra me formar acho mais fácil ir embora e me apaixonar por alguém nesse mundão afora. Será? Lógico... com essas trilhões de pessoas espalhadas por aí, é impossível que eu fique pra titia. Ou não? Nada é impossível, né? Mas, po! Todo mundo acha o outro lado da laranja (é assim que fala?) ahahahah a outra metade do limão.
Enfim... Eu, apesar dessa insensibilidade toda quero sim encontrar um cara companheiro, bacana, inteligente, engraçado, interessante, e... ahhahaha existe? O que me resta é esperar. Errando um onte por aí. Me divertindo. Sofrendo. Apredendo... Me fodendo como sempre. Por que, puta que o pariu! ahhaha eu tenho mais é que me foder mesmo!
Absurdos que o povo canta
"1. Minha sobrinha quando tinha 5 anos cantava um trecho da música da Ivete Sangalo da seguinte maneira:
E vai rolar a festa, vai rolar... O PORCO PULGUENTO mandou avisar
[eheheheheh Tudo bem, a gente dá um desconto porque a menina tinha 5 anos, né?]
2. Charlie Brown Jr Eu cantava: "tirou a roupa entrou no mar pensei meu Deus ela afogou-se, tu me apresenta essa mulé mermão te dava até um doce, se fô o pelé é d+..."
[ahahahahhaha doidoooo, mil vezes doido!!!]
O certo é (eu acho não tenho certeza): Tirou a roupa entrou no mar pensei meu Deus quem foi que fosse, tu me apresenta essa mulé mermão te dava até um doce, sem roupa ela é d+ ..."
[esse "eu não tenho certeza" matou mais ainda ahahahahha]
3. "Mais fácil apedrejar pôneis em Bali..." Teve até site que divulgou essa versão de "Se", ao invés de "Mais fácil aprender japonês em braille..."
[Puta que pariu ahhahahahahahahahaah sem nenhum comentário!!! O melhor esse!!!!!]
4. Uma música do Belchior, gravada pela saudosa Elis, chamada Nossos Pais. A certa altura a letra diz:
MAS É VOCÊ QUE AMA O PASSADO QUE NÃO VÊ. Mas o povo canta: MAS É VOCÊ QUE É MAL PASSADO E QUE NÃO VÊ!
[Mal passado????? A gente inventa cada coisa]
5. Quem nunca ouviu alguém cantando-Homem que MATA capitalismo selvagem???? ÔÔÔ...Pohahahahh essa é clássica!
6. Djavan canta: Açaí, guardiã... e o povo canta: AO SAIR DO AVIÃO...
[ o problema é a concordância do resto, rapaz!!!!]
7. Tem a dos Paralamas também: "alagados de ..." Todo mundo canta tejrhetau!!! Alagados de Trenchtown seria o correto...
[essa é até perdoável, né??? Ou não?]
8. GIVE ME LOVE Sabem aquela música que a Marisa Monte canta em seu cd duplo ao vivo "Give me love"? Tem uma parte que diz: "wont you please, oh wont you..." Na versão da minha mãe é "One, two, three, four...." Ótimo!
[Não é a minha mãe Neyla... é a mãe da menina que escreveu isso, hein!!!]
9. Sempre cantei "Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão..." quando o certo, segundo me disseram, seria "Batatinha quando nasce espalha rama pelo chão..." (é.. até q faz sentido... )
[Ai, esse eu cantava errado!!!!!!! Juro que cantava!!!!!]
10. Minha irmã inovando a música brasileira! Outro dia peguei a guria ouvindo ivete sangalo...Mó poluição sonora né?? Mas isso não era o pior... De vez em falar "A minha sorte grande foi vc cair do céu" A besta cantava.. "Minha éguinha saltitante vc caiu do céu" É difícil acreditar, mas ela cantava assim msm! Tbm tem uma outra amiga q cantava assim: "Sim, sim, sim esse amor é tão profundo...Vc é minha MONALISA (prometida) vou contar pra todo mundo!" rsrsrrs..Ai só as pérolas!
[Essas nem eu entendi direito! Acho que é porque não conheço as músicas!]
11. "meu filho vai ter.. nome de saaanto..." ele cantou: "Meu filho vai ter... nome de SAAAAANDRO!" E eu achava que a música "Ainda é cedo" se chamava "Indeciso"
[?????????]
12. No Escurinho do cinema (Rita Lee) O trecho da música que diz: "...Se a Deborah Kerr que o Gregory Peck Não vou bancar o santinho.Minha garota é Mae West. Eu sou o Sheik Valentino" eu cantava: "...Suzana não quer que ela me pegue. Não vou bancar o santinho. Minha garota é meu leque. E eu sou o chic valentinho..." Também... era muito difícil de acertar...risos
[ahahhaha difícil???? Melhor nem cantar então, po!!! Ahahah sacanagem, eu confesso que erro váriaaaaaaaas!!!!]
Enfim.... é pra rir , não é??? Quero só ver quem admite alguma coisa por aqui! Mas tudo é perdoável. Por que ficar também com a letra da música decorando como milhares de pessoas fazem antes de ir assistir a algum show? Isso eu já vi! Aliás, acho que já até fiz quando era mais nova. Ficava lá... Uma hora voltando a música pra ver se decorava pro show de horas mais tarde! Doida, doida!!! Ahahhaha Mas que existem muitos absurdos que o povo canta... Ah !!!! Isso não dá pra negar!!! Isso tem!!! =] E dá pra soltar várias gargalhadas observando...
Sonhos, Dejá vu ou impressões que devaneiam
Fico pensando no que é que significa o sonho mesmo. Existem vários conceitos sobre o que acontece conosco quando estamos dormindo. Sobre o que vem a ser essas imagens em forma de filme que passam no pensamento adormecido. Sonhos são seqüências de fenômenos psíquicos (imagens, representações, atos, idéias, etc.) que involuntariamente ocorrem durante o sono.
Mas existem religiões que afirmam que nesta hora do sono que a nossa alma viaja e assim ocorrem vários "encontros" e acontecimentos entre uma alma e outra. Eu acho que sou um mero ser humano que não consegue definir nitidamente o que vem a ser o sonho. Mas voltando ao sonho em si.
Sonho ilude, né? Eu sempre acordo com a sensação mesmo de ter vivido! Vivido intensamente tudo o que aconteceu. Sentido os mais inusitados sabores e sentimentos. Quando eu afirmo que acordei apaixonada, isso é a mais pura verdade. Acordei apaixonada e triste por ter sido só um sonho.
E quem era esse cara? Será que ele existe mesmo? Será que, em algum lugar do mundo, existe um cara que nem esse? Será que os sonhos têm a ver com o real dejá vu? Essa sensação que sempre vem à tona. Normalmente eu sinto já ter vivido alguma coisa que está acontecendo comigo. Outras vidas? Ironia? Apenas sensações? Não sei. Só sei que sonho ilude. Ou então nos faz acordar com ódio! Quem nunca acordou com ódio do sonho que tava tendo e dando graças à Deus por ser somente sonho?
Mas esse sonho me despertou sensações que nunca mais tinham acontecido. Tudo bem que foi só um sonho. Mas me fez realmente achar que eu ainda sou capaz. Eu nem lembrava como era se apaixonar. Não sabia mais como era essa sensação. Mas aconteceu. Mesmo que seja em sonho. Me fez sentir viva. E acordei meio puta de ter sido só sonho na hora. Mas agora. Ah! Agora eu sei que mesmo nunca mais vendo esse cara de novo, eu sou capaz. E foi tão lindo. E agora vou me esforçar mais que nunca pra sentir isso de novo. Sem medo de rejeição. Sem medo de sofrer. Só viver. Mas bem que esse cara poderia tá aqui na Fox quando eu for lá alugar um filme, né? hehehe
Não! Não tô desacreditada e descrente.... É uma singela opinião formada por observação de uma sociedade hipócrita e atrasada. Na verdade eu acho que queria criar uma polêmica. Talvez uma polêmica que possa ser complementada por um personagem do Bukowiski. A Cass em: A mulher mais linda da cidade, um de seus contos, preferia os feios. Aliás, os mais feios de todos. Ela se revoltava com os belos, os considerados belos, na verdade. "Uns frouxos - dizia, sem graça nenhuma. Pensam que basta ter orelhinhas perfeitas e nariz bem modelado... Tudo por fora e nada por dentro".
Eu me identifiquei tanto com a Cass por esse tipo de opinião dela, lógico. Nada com o resto de características que ela carregava consigo que por vezes eram bastante sórdidas. E não que eu não admire um homem bonito, lógico que sim, ora... Uma "delêeeecia" , né? hehehe! Mas assim como a mulher precisa ter algo além da beleza, os homens têm necessidade disso! Precisam encantar e conquistar coisas que vão além do que os olhos podem ver.... "O essencial é invisível aos olhos"
Músicas que provocam o que mesmo?
É... O problema todo é quando essas músicas são as mais batidas de todos os tempos. Sabe aquelas que tu não entendes o porquê delas continuarem tocando em festas? Quer dizer, tu entendes sim porque quando tu olhas pro lado tem um leso gritando com as duas mãos pra cima, com aquela expressão de "Ah! Eu To maluco!". Tu, que já estavas com aquela cara de ah-eu-não-acredito-que-essa-música-batida-tá-tocando, te deparas com esse louco (É! Literalmente louco) com aquela euforia (quase) indescritível, ora fechando os olhos e voltando o rosto pra cima com um ar de felicidade suprema, ora abrindo os tais olhos com uma expressão de empolgação falando com gestos vibrantes para as pessoas que estão mais próximas sua intangível e sublime alegria, demonstrando o quanto ele estava esperando a noite toda por aquela tão recente descoberta da música universal. Posso começar com os exemplos, não é?
1. Mr. Jones --> Essa pra mim é um clássico de euforias dos lesos. Quando começa a baladinha tu só ouves os "urruuuuuuuuuuuul". Disgusting.
2. Carolina Carol Bela --> Hehehehe confesso que não sei em outras regiões do Brasil ou Universo, mas aqui em Belém do Pariu é impressionante. Ainda mais quando esta musiqueta vem acompanhada de pirralhos (às vezes nem isso) joselitos com cheiro de gelol, chupetas, pirulitos, óculos escuros, etc., etc., etc. NO GELOL!!! YES GELO!!! Hahahahah
3. Nirvana, não? Sempre, né? Ih... Ainda mais aqueles que tão começando a gostar de rock'n roll. Tsc tsc. Preciso comentar mais?
4. O Papa é Pop, O papa é Pop... Ou seria melhor Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones?
5. Será só imaginaçãaaaaaaaaaaaaaaaao???? Hahahah na voz da Simone confesso que ainda fica mais inadmissível!
6. Voltando pras eletrônicas. Barcelona não poderia faltar. Urruuullll e ainda eram inventados refrões personalizados: "às vezes eu acho que to em Barcelona..." (???) É... Um tal de Márcio cantava assim. Lembro bem. Será que ele ainda canta?
7. I Little Respect - Lembram daquela I try to discoooooooooooooooooover??????? Ahahahahahahahhaha!
8. Losing My Religion do R.E.M também é um clássico das sonoridades que repercutem euforia indignantes!
9. Ah........ Uma pena muito grande citar aqui, mas é inevitável. Adoro a banda, mas Último Romance popularizou e massificou e acabou por se tornar a campeã em teorias Essa-música-foi-feita-só-pra-mim e essa-música-é-minha!
Enfim... Uma pena mesmo. Bom, acho que eu poderia ficar aqui durante um bom tempo tentando citar as mais variadas vertentes de músicas que provocam essas mais variadas sensações, expressões e notoriedades, mas prefiro ficar por aqui e esperar exemplos dos mais variados vindo de vocês.
ALICE
O Ivair, professor de português, não dirigia mais a palavra a ela no final do ano. E logo o de português. Na entrega da última avaliação os alunos iam buscar suas respectivas provas na mesa do professor. Ela, por sua vez, com um Dezão estampado, tranqüilamente foi pegar o que lhe pertencia. Ivair, deixando transparecer a admiração que tinha por Alice alfinetou: A linha entre o amor e o ódio é tênue. O riso debochado de Alice parecia até arrogância. Mas era orgulho. Talvez por essa confortabilidade tão grande que sentia quando estava dentre os livros, textos e poesias, Alice tinha reações meio ignorantes até quando alguém falava errado.
Ela não conseguia se conter. Desde a empregada falando reSistro até o paquerinha falando "pra MIM pegar."
É.... acho que é até uma arte. A Arte da capacidade dos homens de se tornarem desinteressantes. Incrível como eles são capazes de fazer isso tantas e tantas vezes! E Alice, já um pouco mais velha, assim como várias outras mulheres, deixava passar batido alguns dos deslizes. Outrora, fingia que não via. Mas chegava em um certo porto que já estava irremediável. Com esse avanço inestimável da tecnologia, o contato virtual ficou cada vez maior e Alice só faltava cortar os pulsos quando conversava pelo eme-esse-êne com os tais tchutchucos. Minhanossasenhoooouuuuuuuuuuuuuura!!!! Era cada absurdo que aparecia que ela quase arrancava todos os cabelos! E era cheio de concerteza, quizer, mais eu não vou mas, úmilde, licensa, será SE ela vai?........ Enfim. Isso é pouco perto do que se lê por aí!
Coitada da Alice. Será que é tão difícil achar homens interessantes e legais que escrevam e falem um pouco menos errado? Por que tanta displicência com a Língua portuguesa? Ah! Essa mulher estava só neuras! De tanto conversar com pessoas que escrevem errado, de tanto ler estes absurdos com essa freqüência toda ela começou a ter dúvidas de como algumas palavras eram escritas. Num dia ela escreveu intonação, pode? Heheeh Ela piorou com os ataques dela.
Irritava-se e começava a pegar abuso de todos os carinhas. Ela inclusive evitava conversar com eles pela Internet pra não ver os tais absurdos como a gente junto! É... A lógica é mesmo que ela começasse a selecionar quais os caras que ela ia se envolver, né? Pois é. Ela até tentava, mas não conseguia. Tudo acabava como ela já previa. Saco ao quadrado isso. 80% dos homens já tinham sido descartados... Será que mais? Não. Acho que 80%. Mais que isso pode se tornar exagero. O restante. Esses tais 20% ela avaliou que um era o seu pai. Outro seu irmão. Uns eram gays. Outros comprometidos. Outros eram proibidos. Uns muito amigos. E por fim, alguns poucos ela achava que não conhecia. E lógico... Tinham os que não queria nada com ela, né?
Mas é óbvio que bateu o desespero na moça. Ela tava se questionando. Será que ela tinha que virar gay? Isso é sério. Ela pensou muito nisso. Mas depois viu isso podia se tornar mais difícil ainda. Na cidade que ela morava, quase Dogville, tudo ficaria mais difícil se ela virasse homossexual. Ela estava realmente perdida. Talvez a solução mesmo fosse ir embora de uma vez por todas daquela capital que mais parecia um interior. Ela queria ir. Viajar, viajar, viajar!
Conhecer pessoas novas, culturas, tradições, povos, culinária, paisagens... Fugir (fugir???) pra bem longe daquilo tudo que a sufocava há tempos. O Final dessa história? Bom, eu queria saber também. Eu realmente espero que a Alice encontre um cara muito bacana pra ela. Acho que ela merece. Será que é muito difícil achar alguém que deixe a Alice rindo à toa, flutuando e besta de paixão? Mas ultimamente ela tem descoberto que existem sim pessoas muito mais legais do que ela mesma achava que pudesse existir nessa tal cidade. Talvez o problema seja mesmo é com ela. Doida! =]
Enfado de usar óculos
Eu sempre reclamo disso. Sempre. Mas vez ou outra eu esqueço os meus óculos. Ou então na academia, começa a suar e agonia. Quando sai de noite, agonia! Enfim... Agonia ficar de óculos sempre. Me rendi e mandei logo fazer as minhas lentes. Lógico. As situações e vergonhas que eu tava começando a sentir por estar sem os óculos estavam me deixando doida hehehe.
Lembro de uma vez que entrei num barzinho e, bom, sabe quando forças a visão fechando um pouco os olhos, deixando-os bem pequenos pra ver se enxergas melhor? Pois é. Fiz isso. Achei minhas amigas e de repente... Chega um bilhete: "Nossa, quase não acreditei quando vi você chegando e me olhando daquele jeito sexy!" Epa!!! Que foi isso???
Fora toda vez alguém dando tchau de longe e tu, pra não passares por metida ou coisa parecida, retribui o gesto e quando olhas pra trás... eheheh é, meu caro. Não era pra você o tal tchauzinho! Visão embaçada, vista cansada! Agonia por nunca ter certeza de quem ta nos lugares. Ansiedade por saber que horas o tchutchuco vai chegar e confundir o cara com alguns dos que entram porque tu não consegues enxergar nada. Ou então não estar esperando pelo tal e tomar aquele sustãaaaaaaaaaaaaao achando que ele que ta chegando e na verdade... Nada!
Ai, e quando só falta mesmo tu chegares (parecida com a situação do bilhete) e tens que ficar fingindo que tas falando no celular pra ver se alguma amiga bondosa te enxerga e levantas os braços pra chamar a tua atenção e avisar o lugar da mesa. É, rapaz. Não é muito fácil não. Mas resolvi me render mesmo às lentes quando eu estava outro dia na academia e achei que era um amigo meu. Ele olhava de lá, eu de cá. Dei um sorriso e ele falou todo sem graça e malmente comigo. Ara porra. Fiquei muito puta com ele... Deixei um scrap cheio de rancores e mágoas. Pô, fazia um tempão que a gente não se falava. Hehehe depois de algumas horas veio a resposta: "Ei, Mayroca, tas louca é? Nem malho na companhia. Faz muito tempo mesmo que não nos vemos, mas não vai ficar te confundindo por aí. Tô com saudade, minha amiga!". Ploft! Bem na cara...
Até troquei meu horário na academia de vergonha do menino que eu espero nunca mais dar de cara na minha vida. Aliás, ele podia ler esse texto, aí entenderia, mas eu não faço a menor idéia de quem ele seja. Enfim...
Ainda Murphy???
Quando eu digo que ele ta do meu lado em relação a aniversários (e todo o resto) ninguém acredita (va). Antes de entrar no mérito do aniversário deste ano de 2006, vamos aliá-lo àquela hora da escolha do presente. É... O PRESENTE!!! Outra obrigação (às vezes obrigação comprar presente, pra uns nem existe essa possibilidade) que me deixa nervosa hehehe. Ta. Tudo bem.
Eu vou comprar o maldito... Ops, bendito presente! Aaaaaaaaiiii, lá vem a neura (essa nova) de obrigação. Lá vou eu numa lojinha, lojão, sei lá. (Uma boa alternativa seria gravar cds, né? Mas até perguntar o gosto musical ainda pode dar merda. Não posso esquecer do encosto). Procura aqui, procura ali. Ihhh!!! Se for mulher é pior ainda. Primeiro: Eu odeio shopping. Não tenho paciência mesmo.
Estranho, me lembrei até de um texto da Taia agora que falava sobre coisas que tu odeias, mas sem a menor necessidade e explicação de odiar. Essa é uma. Pô, eu vou comprar coisas pra mim. Por que odiar? A brea das lojas? O ESPELHO das lojas? Acho que é o espelho. Quem me conhece sabe que ihhhh lá vem mais neura. Deixa pra depois isso.
Voltando... Segundo: Se for mulher é pior pelo fato de não gostar de ir a shopping, mas aí como já vou a shopping ou alguma loja... Acabo gostando mais de coisa pra mim do que pra pessoa. Aí eu quero comprar pra mim já. E, poxa (que singelo), é muito estranho tu levares algo forçado pra alguém. É legal passar na frente da loja e "oooooolha, isso é a caraaaaa de não-sei-quem"!!!
Muito melhor, não? Ai, porque dar esses furos é foda. Melhor então levar um envelopinho com um dinheirinho dentro ehehe. Enfim, gracejos à parte, tenho que dar graças a Deus por esse tipo de brincadeira que faço em relação a Murphy ser realmente brincadeira. Apesar de que sofrer acidente de carro no sábado de carnaval três dias antes do teu aniversário e ainda roubarem todo o teu dinheiro nesta mesma hora do acidente é sim, um encostinho. Mas sair ilesa e ainda passar um final de semana muito legal, é melhor ainda. Acho que Murphy me deu uma trégua. hehehe





